
Quantas vezes apetece um abraço assim bom... aquele abraço! Os abraços não têm, claro está, a mesma intensidade para os intervenientes (mínimo 2);o) - senão vejamos:
Se pedimos um abraço estamos mais receptivos, mais vulneráveis...assim meios desprotegidos;
Se nos pedem um abraço, a própria condição de abraçante é de mimo, protecção, carinho... Os que dou aos meus amores são assim... ui é tão bom não é?
Há aqueles abraços instintivos que não pedimos, não nos pedem... apenas surgem e são inesquecíveis;
Há ainda os abraços de circunstância (tipo os apertos de mão) mas esses não contam... a intensidade é quase nada.
Esta conversa surge porque há muito pouca gente que sabe reconhecer o abraço pedido ou que, à partida, entenda a necessidade do abraço... não o sabendo pedir tenho a noção de quando o tenho/quero dar com a tal condição de abraçante.
Hoje digo! Anda...aceita este abraço, assim...simples!
Abraçando...
